31.12.12

9.12.12

7.11.12

Juliane Fressynet













 As espirais estão presentes em toda a natureza sob muitas e diversas formas. São um símbolo de evolução e de movimento ascendente e progressivo, presentes na própria essência do universo.

Nesta instalação cada escultura é composta por dois elementos, uma mola de aço helicoidal, que é o esqueleto onde se enrosca uma peça de faiança. As peças são fragmentos inspirados na espiral logarítmica que percorrem e acompanham simultaneamente o interior e exterior do espaço vazio existente nas espirais helicoidais. Está ainda subentendido nesta forma um movimento de constante projecção para o infinito.  Os contornos exteriores dos fragmentos da peça são a manifestação do invisível que se completa através da memória individual de cada um, surgindo assim uma interpretação pessoal da obra.

O espaço no qual as peças estão instaladas é marcado pela rigidez das estruturas de madeira do sótão e pelas suas formas rectas que contrastam assim com as formas helicoidais das molas. As esculturas estão dispostas sobre o ponto de maior sustentabilidade das vigas para receber um objecto que vai exercer força e tensão. As peças não vão estar assentes no chão ou num plinto mas sim acima do olhar do observador, o que vem coincidir com a minha vontade de manter a verticalidade da escultura.

Juliane Fressynet 

Finalistas Escultura FBAUL 11´1   
http://www.fba.ul.pt/portal/page?_pageid=401,1640533&_dad=portal&_schema=PORTAL

Catálogo 
 http://www.fba.ul.pt/pls/portal/docs/1/383233.PDF


22.10.12
















Boa noite, amigos.
Aqui vos envio o convite personalizado da minha exposição de finalistas de Escultura.
Espero poder contar com a vossa presença na inauguração!
Juliane Fressynet

17.9.12




























P.S. : À cette occasion, je présenterai ma derniére foule, la toute derniére, la définitivement derniére, il n'y aura pas de retour. Michel Houssin.

23.8.12

Miguel Horta
Ali,
onde a densidade das àguas nos prega partidas...



























1988 - 67 x 99 cm
Da minha colecção

10.8.12

Dam













Damião Silva 
Data de nascimento 22 de maio de 1993 
Estudante - Curso de Artes Visuais

22.6.12

Ana Leonor Madeira Rodrigues 
O Desenho em Questão

15.6.12

Ana Leonor Madeira Rodrigues

chamada de artigos para a LH3
Call for articles for Linha do Horizonte Nº 3

Linha do Horizonte

Apresentação
A Linha do Horizonte é uma publicação que tem como objectivo principal estabelecer um lugar de discussão
de assuntos relacionados com o Desenho, a Comunicação Visual, a imagem visual, a representação gráfica e
os problemas da concepção gráfica.
Tem ainda o sentido de ser uma linha de ligação entre outras publicações e instituições, nacionais e
estrangeiras, dirigidas para o ensino ou investigação em Desenho.
A LH está integrada no Departamento de Desenho e Comunicação Visual da Faculdade de Arquitectura –
FAUTL.
“Desenhar é um registo directo da percepção visual e uma investigação da realidade visual percebida, feita
“quase” ao mesmo tempo que a própria percepção visual. É uma forma específica de comunicação que
contorna a verbalização.
Desenhar mobiliza numa linguagem visual a inteligência conceptual bem como a sensibilidade de uma
maneira que cria processos comunicativos que integrando o pensamento lógico/dedutivo se expande também
para as áreas do pensamento sensível e intuitivo.“
É uma revista editada em português e inglês, ou inglês e o idioma materno do seu autor, sendo os artigos
publicados sujeitos à apreciação do Conselho Editorial, tendo uma edição bi-anual, e um Conselho Editorial
internacional (Portugal, Inglaterra, Espanha Itália) , composto por investigadores ligados aos processos e
práticas do Desenho.
Dos dois números publicados anualmente, um deles será temático.
A presente chamada de artigos serve para construir o que será o número 3 da LH.

Candidatura e Revisão dos Artigos Propostos
Da revista constarão os artigos que sejam aceites pela comissão científica, em leitura cega “double blind
review, na qual os leitores/avaliadores dos artigos desconhecem a autoria destes, e os autores desconhecem
quem avaliou o seu artigo.
No caso de um leitor aceitar e de um leitor recusar uma proposta, o artigo será então sujeito à apreciação de uma terceira pessoa.

Chamada de Artigos para o Número 3 da “Linha do Horizonte”
Para o próximo número propõe-se como tema: “Copiar/Colar”-“Copy/Paste”.
A cópia é um conceito que acompanha concepção artística desde cedo, e embora o acto de copiar, strictu
sensu, apenas exista quando eu copio um desenho já feito e o imito, fazendo outro completamente igual, a
ideia generalizada de que a representação copia a realidade está indissociada da ideia de desenhar do natural.
Realmente, ao fazer um desenho dito “à vista”, em nenhum momento acontece um copiar em sentido
extricto. São tantas as transposições: de volume para a bidimensionalidade do plano de desenho, da escala
natural para uma outra escala, frequentemente bastante reduzida, mas ainda de “interpretação” dos contornos,
a simplificação ou acentuação do observado...
No entanto a ideia de cópia, vestigio do conceito de mimesis por um lado e da facilidade que a nossa mente
tem em identificar num conjunto de linhas e manchas uma representação que se identifica, mantém-se, em
ultimo caso, na vulgarização da ideia de representação naturalista.
Copiar remete também, como referido, para a ideia de mimésis.
Afinal, copiamos talvez os percusos sinápticos do nosso cérebro, e um desenho representa finalmente, a
história da nossa persepção do representado.
Copiar no sentido da imitação ou do plágio ou até da subversão, são ainda aspectos curiosos do acto de
desenhar, que pode ainda incluir o desenhar como... ou desenhar à maneira de...
Colar, por outro lado, se remete para a prática da colagem, remete também para a prática da montagem, onde
as representação não acontece de modo encadeado (diria que é essa a maneira de fazer um desenho
tradicional), mas por grupos de representação onde quer a assemblage é em si mesma acto de desenho, quer
o conjunto de imgens pré-existentes e de imagens desenhadas à mão se interligam no objecto final.
Não esquecendo que, finalmente, num desenho que utilize ferramenta digital, qualquer contextualização da
expressão copy/paste se torna desnecessária.
Assim propõe-se que os artigos abordem esta ideia da relação com o observado e da relação com a imitação
e com a repetição de maneira completamente aberta e livre.
O tema cópia/cola deve ser entendido de maneira alargada incluindo quaisquer outras áreas referidas ao
tema.

Normas
Os artigos propostos devem ser apresentados pelo autor com a tradução em inglês (seguem normas).
As imagens devem referir estar em condições legais para publicação, não infringindo qualquer norma de
direitos autorias.
Devem vir numa pasta cujo o título é o nome do autor e o nome do texto, comprimida (zipada) que inclua:
Breve biografia (língua materna e inglês).
Sumario do artigo (língua materna e inglês).
Deve ainda incluir o texto do artigo na língua materna e em inglês, em MS Word, com as imagens em JPEG
e legendas, em pasta separada.
As imagens devem ser enviadas com 300 dpi, em RGB ficheiro TIFF.
Enviar os textos para:
lh3.fautl@gmail.com

Data limite de entrega dos artigos
Os artigos devem ser entregues até 12 de Outubro de 2012.

Linha do Horizonte (Horizon Line )

Description
Linha do Horizonte is a new magazine which intends to create a forum for discussing all subjects relating to
drawing, images, visual communication, graphic representation, and concerns of graphic conceptualization.
It also aims to be a connecting link between various international institutions and publications associated
with the teaching of or investigation into drawing.
Linha do Horizonte is published by the Department of Drawing and Visual Communication of the
Architecture Faculty of the Universidade Técnica de Lisboa (Technical University of Lisbon, Portugal).
“Drawing is a direct registration of visual perception as well as a way to investigate the perceived visual
reality, with a drawing created at almost the exact moment of visual perception. It is a specific form of
communication which bypasses verbalization. Via its visual language, drawing mobilizes conceptual
intelligence as well as sensuality, creating communicative processes which integrate logical-deductive
thought while at the same time embracing subjective and intuitive thought.”
The magazine is published with all articles printed in both the author’s native language and in English.
Submitted articles are evaluated by the magazine’s Editorial Committee, comprised of investigators involved
on relevant areas from among academics and prominent figures in Portugal, the U.K., Spain, and Italy.
Of the two annual publications, one shall be thematic.
The present call for articles is the for “Linha do Horizonte”, Nº 3.

Candidacy and Revision of Proposed Articles
The magazine shall consist of the articles which have been accepted by the scientific committee, in a doubleblind
review, in which the judges of the articles will not know by whom they were written, nor the authors
by whom their article was reviewed. In the event that one judge accepts and the other judge rejects a
proposed article, the article shall be subject to evaluation by a third judge.

Call for articles for Linha do Horizonte Nº 3
For the Nº3, the theme shall be “Copy/Paste”.
Copying has long accompanied artistic conception, and although strictly speaking copying occurs only when
a previously existing drawing is imitated to produce another which is identical, however, the general idea
that a drawing is a “copy” of reality is indissociable from the idea of life drawing.
Actually, in “life drawing”, exact copying—again strictly speaking—never occurs. The transformations
involved are so many: from three-dimensional volume to the drawing’s bi-dimensionality, from the natural
scale to another, typically much reduced, scale, as well as transformations via the “interpretation” of
contours, simplification or accentuation of what is observed…and so forth.
And yet, the idea of copying remains, as a vestige of the concept of mimesis, on the one hand, and, on the
other—in the typical notion of naturalist representation—in the facility with which our brain can identify the
subject of a drawn representation from a mere collection of lines and marks.
Copying refers also, as just mentioned, to the idea of mimesis. In the end, perhaps we are copying the paths
of synapses in our brain, and a drawing, in fact, shows the history of our perception of the represented
object(s).
“Paste”, on the other hand, pertains to the practices of collage and assemblage, where depictions are not
formed sequencially (as in the traditional method of drawing), but by using groups of images wherein either
the assemblage is in itself an act of drawing, or the group of pre-existent images and hand-drawn images are
interconnected in the final object.
Last but not least, we cannot forget that in a drawing using digital tools, any contextualization of the
expression “Copy/Paste” becomes unneccessary.
Thus it is suggested that articles to be proposed approach these ideas of the relationship between the
observed and its imitation and repetition in a completely free and open way. “Copy/Paste” should be
understood as a broad theme, including any other related areas.

Regulations
Proposed articles should be submitted by the author along with the English translation, as per the established
norms.
Please state that any images used are legally publishable, without any copyright infringement.
Articles should be sent in a file labeled with the author’s name and the title of the text, compressed (zip file),
and including:
- A brief biography (English and native language)
- A summary of the article (English and native language)
- Two separate folders, one with the full text of the article (English and native language), in MS Word, and
the other with images, along with their captions, in JPEG format. Images should be sent at 300 dpi, in RBG
and TIFF formatting.
Proposed articles should be sent to both of the following two email addresses:
lh3.fautl@gmail.com

Deadline for Submission of Articles
All articles should be submitted on or before October 12th, 2012.


NORMAS DE EDIÇÃO PARA A SUBMISSÃO DE ARTIGOS
(PUBLICAÇÕES DO GABINETE EDITORIAL E DE COMUNICAÇÃO DA FAUTL)

                                                     *

I. DEFINIÇÕES GERAIS

1. Os artigos devem ser apresentados em português e em inglês no programa Word for Windows e
em formato digital e impresso.
2. A versão em língua portuguesa deve pautar-se pelas regras ortográficas pré-Acordo Ortográfico.
3. A versão em língua inglesa deve respeitar a ortografia e demais regras de uso do inglês britânico.
4. Os autores devem entregar a versão em português e a versão em inglês em ficheiros distintos.
Das Propriedades de ambos os documentos não deve constar a identificação do autor.
5. O artigo não deve exceder as 15 páginas (incluindo notas, bibliografia, imagens, etc.).
6. O artigo deve ter um título a bold, fonte Times New Roman, tamanho 12, centrado.
7. A identificação do autor do artigo deve aparecer na seguinte ordem:
Nome(s) APELIDO(S), Título Académico, Categoria na F.A.U.T.L., endereço de email.
Ex: Pedro António JANEIRO, Doutor em Arquitectura, Professor Auxiliar da F.A.U.T.L.,
pajaneiro@gmail.com (fonte Times New Roman, tamanho 12, centrado, imediatamente por baixo do
Título).
8. Imediatamente abaixo da identificação do autor deve constar uma pequena biografia, que não
deverá exceder as 50 palavras.
9. O corpo do artigo deve ser escrito com a fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5 e
devem ser consideradas margens de 2 cm (cima e baixo, direita e esquerda), justificado.
10. Não serão aceites textos hifenizados manualmente ou formatados com Estilos do Word.
11. Após a entrega dos textos não será possível a alteração do seu conteúdo. Aquando da entrega os
textos serão considerados finais.

II. RESUMO

1. O artigo deve ser precedido por um resumo que não deve exceder as 150 palavras.
2. No resumo devem constar, pelo menos, 3 palavras-chave (e nunca mais de 6).
3. A área de especialidade deve ser indicada (ex: Desenho e Comunicação Visual; Arquitectura;
História e Teoria da Arquitectura; Design; Design de Equipamento, etc).

III. ORTOGRAFIA E CONVENÇÕES

1. Para todas as citações, dentro do corpo do texto ou em rodapé, devem ser usadas aspas “...” e não
«...»
2. Para citações em língua estrangeira deve ser utilizado o itálico.
Ex: “Los objetos no existen como realidad empírica, sino como seres de razón.”
3. A expressão "etc.", quando no final de período, não tem ponto final.
4. Quando no final de um período houver reticências, não haverá lugar a ponto final, mas poderá
existir vírgula se aquelas estiverem inseridas numa frase.
5. Na escrita de siglas, não deve colocar pontos a separar as iniciais (EUA e não E.U.A., UE e não
U.E, ISCTE e não I.S.C.T.E.); pontos entre maiúsculas são usados apenas nas abreviaturas de
nomes próprios de pessoas (ex. PP = Partido Popular, e P.P. = Paulo Portas). Note-se que os
acrónimos não são escritos em caixa alta (ex.ª Falintil e não FALINTIL).
6. As siglas não têm plural (PALOP e não PALOP's, ONG e não ONG’s).
7. No caso de siglas com tradução de uso corrente, deve usar-se esta e não a original (EUA e não
USA, OIT e não BIT, UE e não EU, ONU e não UN, etc.).
8. Termos estrangeiros habitualmente não traduzidos, tais como marketing, software, curriculum,
self, enjeu, etc., são grafados em itálico mas sem aspas (marketing, software, curriculum, self,
enjeu), ou, sem itálico mas grafados à portuguesa (média ou media, selfe ou self).
9. Nomes de organizações ou instituições nacionais ou estrangeiras são escritas sem itálico, negrito,
sublinhado ou aspas, apenas com a letra inicial de cada termo em maiúscula, à semelhança do que
acontece com os nomes de pessoas (ex.: União Europeia, Organização Internacional do Trabalho,
Presidência da República, École des Hautes Études en Sciences Sociales, etc.).
10. Por regra, evite as maiúsculas! Estas devem ser reservadas exclusivamente para nomes próprios
(de pessoas, localidades, países, etc.); não antropomorfizando os conceitos, prefere-se, inclusive,
grafar “estado” e não “Estado” (e obviamente “família” ou “escola” e nunca “Família” ou
“Escola”).
11. A seguir a dois pontos (:) use minúsculas, mesmo quando faz parágrafo e travessão, separando,
neste caso, cada item com ponto e vírgula (;).
12. Sempre que existam dúvidas ortográficas, e particularmente em matéria de hifenização em
palavras compostas (ex.: cabo-verdiano e não caboverdiano, socioeconómico e não sócioeconómico,
macrossocial e não macro-social, subgrupo e não sub-grupo), recomenda-se a utilização
do Prontuário Ortográfico e Guia da Língua Portuguesa, da Editorial Notícias, edição actualizada
de 1997, ou posterior (é também aconselhável a utilização do Livro de Estilo do Público).
13. Aquando da utilização de aspas, deve usar-se “…” e nunca «…» ou a apóstrofe ‘…’.
               13.1. A apóstrofe é usada para indicar aspas dentro de aspas “…’…’…”. Não  existindo margem para excepções.
              13.2. Palavras a serem destacadas por alguma razão ou com duplo significado inseridas no corpo de texto devem se apresentar entre aspas [“”]
14. Quando necessitar de um travessão use mesmo o travessão (e não um hífen) ou dois hífenes (--)
seguidos; o recurso a dois hífenes seguidos apenas se justifica neste caso.
15. O nome de filmes ou de livros, ou palavras em língua estrangeira serão em itálico, não com
aspas [“”].
16. Nas situações em que existe referência numérica a percentagens, utilize o respectivo sinal e não
a designação por extenso (25% e não 25 por cento).
17. Décadas e anos devem ser escritos sob forma numérica e não por extenso ("anos 40" e não
"anos quarenta", "década de 1960" e não "década de sessenta").
18. Quando aparecem números de ordem iguais ou superiores ao milhar, usar o ponto como
separador da casa dos milhares (ex.: 12.500 e não 12 500).
19. As casas decimais devem ser separadas por vírgulas (1,43); quando o número for inferior a 1
utilizar o zero antes da vírgula (0,94).
20. Quando ao longo do texto forem utilizadas as expressões de maior (>) ou menor (<), deverão
estas ser grafadas em duplicado (>> ou <<).

IV. CITAÇÕES E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. As citações devem ser feitas com o texto entre aspas e não em negrito, itálico ou sublinhado,
exceptuando os casos em que o texto original citado contenha partes grafadas com esse tipo de
destaque.
2. Quando o termo da citação coincidir com o final do período, o ponto final aparece a seguir às
aspas que fecham o trecho citado. Se, porventura, o período é totalmente preenchido pela citação, as
aspas abrem e fecham o período (incluindo o ponto final) não havendo lugar a ponto final após as
aspas de fecho.
3. Quando o trecho a citar ocupar quatro ou mais linhas de texto, a citação deverá ocupar um
parágrafo próprio, sem recurso a itálico ou aspas mas com a letra em tamanho 10 e margem de 3 cm
de ambos os lados.
4. As normas a ser seguidas relativamente à atribuição e citações e às referências bibliográficas
serão as Normas de Harvard (http://libweb.anglia.ac.uk/referencing/harvard.htm). Destas, o mais
importante a reter é o sistema de referenciação por autor-data na sequência da citação, o que
significa que não há lugar a nota de rodapé para atribuição de autoria, mas sim identificação dentro
de parêntesis, logo após o fecho de aspas, do autor, ano da publicação da obra e nº de página.
Exemplo: (Cormack, 1994, p.29). Quando o nome do autor já é mencionado no texto, basta a
indicação da data e nº de página. A obrigação de indicar estes elementos mantém-se mesmo quando
o autor é apenas parafraseado e não propriamente citado. Quando existe referência a uma ideia ou
noção geral presente ao longo de uma obra ou de porções extensas do seu texto naturalmente não
há a lugar a indicação de nº de página. Consultar o link acima relativamente à referência a dois ou
mais autores e demais questões.

V. NOTAS DE RODAPÉ

1. Deve ser usado para notas de rodapé a fonte Times New Roman, tamanho 10, espaço simples,
justificado.
2. As notas devem ser inseridas no final da página (através do menu “Insert/Footnote”).
3. Evite notas de rodapé longas, que prejudicam sempre a fluidez da leitura, verificando se o seu
conteúdo não é passível de ser incluído no corpo do texto.

VI. IDENTIFICAÇÃO DAS IMAGENS E SUA RELAÇÃO COM O TEXTO

1. As legendas das figuras devem obedecer à seguinte forma:
Figura n.º , Nome APELIDO do autor, Título em Itálico, data, Local onde se encontra.
2. As figuras deverão, para além de estar inseridas no texto dos artigos, ser enviadas em formato
JPG ou TIFF com a resolução mínima de 300 dpi (devem ser consideradas as questões jurídicas
relacionadas com os Direitos de Autor para a reprodução de imagens).
3. Para efeitos de legendagem, entende-se como sendo “figuras” todas as representações do tipo
diagramas, gráficos, fotografias, desenhos, mapas, gravuras e outras de idêntica natureza, enquanto
que por “quadro” se entendem os quadros contendo dados numéricos ou qualitativos.
4. Sempre que alguns dos extra-textos, nomeadamente gráficos e tabelas, resultem da utilização de
dados quantitativos (séries numéricas, por exemplo), esses valores devem ser fornecidos pelo autor,
preferencialmente através de um ficheiro contendo a folha de cálculo utilizada para a produção da
representação gráfica.


EDITING GUIDELINES FOR THE SUBMISSION OF PAPERS
(GABINETE EDITORIAL E DE COMUNICAÇÃO - FAUTL PUBLICATIONS)
                                                               
                                                   *

I. GENERAL GUIDELINES

1. Papers must be submitted both in the author's native language and in English (in English alone, if
that is the author's native language), using Word for Windows, and in digital format.
2. The English version must comply with the orthography and other rules of use of British English.
3. Authors must submit each version (native language and English) in separate documents. Author's
identification must be previously deleted from Properties.
4. Papers must not exceed 15 pages (including notes, bibliography, pictures, etc.).
5. Papers must include a title in bold, Times New Roman, size 12, centered.
6. The author's identification in the paper must be as follows:
Name(s) SURNAME(S), Academic title, Academic institution of origin, email address.
Example: Pedro António JANEIRO, Professor of Architecture, Auxiliary Professor at the
F.A.U.T.L., pajaneiro@gmail.com (Times New Roman, font size 12, centred, immediately below
the title).
7. The author's identification should be followed by a brief biography of up to 50 words.
7. The body of the paper must be written in Times New Roman, font size 12, 1,5 spacing, margins
of 2 cm (top, bottom, left and right), justified.
8. Documents with manual hyphenation or formatted with Word's Styles will not be accepted.
9. The submitted papers will be considered final; no alteration to their contents will be allowed after
submission.

II. ABSTRACT

1. The body of the paper must be preceded by an abstract of up to 150 words.
2. The abstract must include a minimum of 3 and a maximum of 6 keywords.
3. When submitting a paper for a comprehensive publication the specific area of expertise should be
mentioned (ex: Drawing and Visual Communication; Architecture; History and Theory of
Architecture; Design; Industrial Design; etc).

III. ORTHOGRAPHY AND OTHER CONVENTIONS

1. Whenever making a quotation, both in the body of the text and in footnotes, always use inverted
commas “...” and never «...».
1.1. The single quotation mark is used to indicate a quotation within a quotation “ '…' ”, with no
exceptions.
1.2. Emphasis on certain words or double meaning must be indicated through the use of inverted
commas (“”) and never italics or bold.
2. Quotations made in a language other than English must be italicized.
Example: “Los objetos no existen como realidad empírica, sino como seres de razón.”
3. "Etc.", at the end of a sentence, is never followed by a full-stop (period mark).
4. The use of the ellipsis (…) at the end of a sentence is never followed by a full-stop (period mark).
5. Initialisms should not have period marks in between initials (USA and not U.S.A., EU and not
E.U.); periods between initials should be reserved for the abbreviation of proper nouns (L.
Wittgenstein).
6. Acronyms and initialisms have no plural (PALOP and not PALOP's, NGO and not NGO’s).
7. Non-English terms usually not translated, such curriculum, Zeitgeist, coup de force, must be
italicized (marketing, software, curriculum, self, enjeu), but never placed within inverted commas.
8. Names of organizations and institutions must be written without resource to italics, bold,
underline or inverted commas and only with an initial capital, exactly as with any other proper
noun.
9. After a colon (:) do not use a capital letter, even when it determines the end of a paragraph and a
dash will follow (as when enumerating items). In this case, each item should be separated by a
semi-colon (;).
10. When using inverting commas, always use “…” or '…' and never «…».
                1.1. The single quotation mark is used to indicate a quotation within a quotation “ '…' ”, with no
exceptions.
               1.2. Emphasis on certain words or double meaning must be indicated through the use of inverted
commas [“”].
11. Whenever you need to use a dash, do use one (and not an hyphen). Alternatively you can use
two consecutive hyphens (--). This is the only case where the use of two consecutive hyphens is
justified.
12. The titles of films or books, or foreign words, must be written in italic, not placed within
inverted commas [“”].
13. Avoid capital letters! These should be used exclusively when writing proper nouns (people,
places, countries, etc.) ; so as not to anthropomorphise concepts, it is even preferable to write
“state” instead of “State” (and evidently “family” or “school” and never “Family” or “School”);
and never employ consecutive capitals unless for acronyms.
14. Where there is numeric reference to percentages, employ the percent sign instead of spelling it
out (25% instead of 25 per cent).
15. Decades and years must be written numerically and not spelled out (“the '40s and not “the
forties” and “the decade of the '60s” and not “the decade of the sixties”).
16. When using numbers greater than one thousand use a dot (thousands separator) to separate the
thousands (example: 12.500 and not 12 500).
17. A comma should separate the integral from the fractional part of the number (decimal mark)
(example: 1,43).
18. Whenever using the greater than (>) and less than (<), these should be written in duplicate (>>
or <<).

IV. QUOTATIONS, BIBLIOGRAPHICAL REFERENCES AND BIBLIOGRAPHY

1. Quoted text must be within inverted commas and never underlined, in bold or italics, unless the
quoted text itself makes use of any of the aforementioned.
2. Whenever the end of the quotation coincides with the end of the paragraph, the full-stop (period
mark) should follow the inverted commas that mark the closing of the quoted portion of text. If the
quotation occupies the whole paragraph, the inverted commas should open and close the paragraph
(including the full-stop) and no additional full-stop after the closing inverted commas is required.
3. Whenever the excerpt the author intends to quote exceeds four lines, the quotation must occupy a
paragraph of its own, with no resource to italics or quotation marks, but using Times New Roman
size 10 and a 3 cm margin on both sides.
4. Quotations, bibliographical references and bibliography should follow the Harvard System of
Referencing Guide (http://libweb.anglia.ac.uk/referencing/harvard.htm).

V. FOOTNOTES

1. In footnotes use Times New Roman, font size 10, single spacing, justified.
2. Notes must be inserted at the bottom of the page.
3. Avoid long footnotes, which hinder the fluidity of reading. Always make sure whether a
footnote's contents might not harmoniously fit in the body of the text instead.

VI. FIGURE IDENTIFICATION AND ITS PLACE WITHIN THE PAPER

1. Figure captions must be presented as follows:
Figure nº , Author's SURNAME and name, Italicized title, date, location.
2. All figures should also be sent as JPG or TIFF files (minimum resolution of 300 dpi) and named
as IMAGE 1, IMAGE 2, etc, according to the order of their appearance in the paper. Bear in mind
the legal issues involved in the reproduction of images protected by copyrights.
3. As far as the giving of titles or captions is concerned, “figure” stands for every diagram, graph,
photo, drawing, map, illustration and others of similar nature, while “table” stands for all charts
contain numeric or quantitative data.
4. Whenever a graph or a table ensue from the use of quantitative data (numerical series, for
instance), these figures must be provided by the author, preferably in a document containing the
calculus sheet employed in the graphic representation.

18.5.12

Noémia Cruz 
Os meus "bonecos"













28.4.12

Ana Leonor M. Madeira Rodrigues
Linha do Horizonte








A Linha do Horizonte é uma revista deo Departamento de Desenho e Comunicação Visual da FA-UTL, dedicada só ao desenho, e que a partir do presente número será editada em português e em inglês.

Durante o lançamento vou apresentar a chamada de artigos para o n3, que sairá em Novembro/Dezembro e cujo tema é Copy/Paste. A chamada de artigos, será internacional, com uma seleção de double/blind review, Gostaríamos muito de ter uma grande participação de todas as pessoas interessadas em desenho.

 Abraço Ana Leonor

11.4.12

ARQUEOLOGIA DE SOMBRAS

Elsa Gonçalves e Paulo Óscar


















O Município de Ponte de Sor, a Loja do Lopes e a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna convidam Vossa Excelência para a exposição de escultura cerâmica de ELSA GONÇALVES e PAULO ÓSCAR “Arqueologia de Sombras”, que terá lugar no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor (Av. da Liberdade, 64 F, em Ponte de Sor), Sábado, 14 de Abril, pelas 17h00.
A inauguração será antecedida de conferência com o título “Torres Senhoriais do Alto Alentejo” pelo DR. ANTÓNIO PESTANA VASCONCELOS, às 16h30, no mesmo local.
...

4.4.12

Coca Froes David

PAISAGENS DE SILÊNCIO

............................................................
GALERIAdiferença
espaço quadrado


inaugura a 4 de Abril às 18h
5 de Abril – 19 de Maio

http://diferencagaleria.blogspot.pt



16.3.12



NOTICIA


Inaugura dia 22 de Março 2012 pelas 21h30 a exposição de esculturas em cerâmica

de Elsa Gonçalves “PRÉ-ESCRITA SOBRE CERÂMICA

Formas de cerâmica com a intenção de escrita, só a caligrafia, só a pré-escrita, só o gesto da escrita, só o ritual de escrever.
Não será o ritual um motor de produção da própria vida?
Um lugar onde nos achamos, nos perdemos, sacrificamos para ir mais além?
Podemos aceder ao outro lado de nós mesmos?


A exposição estará patente até dia 14 de Abril
De terça a sábado, das 14 às 19 horas

Na Galeria NOVO SECULO
Rua de O Século 23 A B
1200-433 LSBOA Tel. 213427712

Metro: Baixa – Chiado
Eléctrico: 28
Estacionamento: Calçada do Combro

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