9.8.10

Foi assim

com os Blogueiros em Lagos

Bal - Hasaliah

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Francisco Luz ( Autor do vídeo)
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Fernando Ferreira
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Lagos
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Madalena
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Maria de Fátima

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Mena

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João Menéres
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Jorge Pinheiro
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Teresa
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Vieira Calado
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E os amigos

Olívia & para Fernanda Mas Bonita do Bíus
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José Domingos

Zamira





O GRANDE ENCONTRÃO


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Jorge Pinheiro

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encontro memorável, sim senhora!

transpirava a terra e o mar resfolegando na noite de sueste (ou seja de levante)
e a gente bebendo falava dos amores
de sermos ali juntos
de tanto e de tão pouco
olhos sobretudo
os olhos da gente acariciando de uns aos outros
que bom (re)conhecer-te , Claire - onde? de onde?
talvez fosse só o levante a trazer sonhos e tu a insisitir- conheço-te, e ao teu marido...de onde?
e foi o riso e o espanto e os comes e os bebes e os pois compreendes que sempre se dizem entre dois carapaus e umas cavalas: sabes? estes são sardinhas, Jorge, come!
Fernanda, que tanto derretemos! e como nem sabíamos comum esse prazer de ter um bichinho a passear no seio: ai como é suave o bafo de um gatinho rameloso!
(e fotos desses momentos de carinho, Jorge?!)
decorria um jogo de futebol e o nosso poeta, Calado só de nome, nem comeu no horário a ver um e mais outro golo
foi assim Madalena, não foi?! nem sabes o que perdeste, tu e o teu marido e os que ficaram em terra no amanhã, dia seguinte, dia oito!
o filme estava um espanto, dizem todos e eu acrescento: estava demais a apresentação com os Ephedra em fundo, sim senhora, Zé Francisco!
a Mena sempre atenta ao pormenor, que nem só o berbigão delicioso, em molho, ela trouxe! que em cada acontecer sentia-se o coração dela a bater - sentiram todos, tenho isso por certo! um brinquinho, diz cada um de nós a dizer obrigada à Mena e também ao Jorge
é que este encontro teve um qualquer quê de diferente
(para melhor, claro!)
e ainda nem percebi se foi do livro do João Menèes
se foi dos lápis que ele nos ofereceu (Madalena onde meteste o meu que não encontro e choro de ranho e tudo?)
se foi de estar levante...
ou seria do prémio que o João ganhou num concurso ?!
ou seria do champanhe com que saudamos o feito ?!
ou seria da gente?!!
ah!
foi por ter sido um encontro blogueiro abençoado pelo Eduardo tão distante e no entanto presente nem que fosse por ter enviado aqueles sete quilos de prémio - que gesto lindo! e o discurso lido pelo Jorge!
terão quase chorado...
choro eu sempre e sobretudo a andar de barco com levante!
mas isso foi na manhã seginte, e só a Bal, aí num comentário, me compreendeu e eu que nem percebi que a moça precisava, na aflição das ondas, da mão de um marido nem que fosse emprestado (Fernanda, tás vendo os egoismos da gente?!)
é que o mar estava uma cama de hotel sem hóspedes, mas era antes de sair a barra - mar chão diria alguém que não soubesse que ainda ia a navegar na ribeira de Bensafrim...
que em ela acabando... em chegando o mar de levante... dava para fazer fita como fez a Fernanda (foi fita, sim senhora!!! !) a enfiar a cabeça no colo do Jorge e este coitado a segurar o estômago e eu ali no banco seguinte a fazer-me forte: ai José Domingos que nem és blogueiro, ainda bem que vieste senão a quem me agarraria eu?!
lá na proa, a Mena e o Menères a ver as vagas e a fazerem montes de fotografias, nem deram pela angustia que ia pela ré onde o senhor José guiava o barco a rasar as cristas das ondas e quase a tocar nas rochas e nas entradas das grutas (tão lindas, não são? as rochas da nossa baía?!)
e o Fernando e a sua esposa Teresa que são uma simpatia foi uma pena que, sendo ele marinheiro (percebi assim ou ouvi mal cá do fundo da mesa no dia sete?!) não tivessem experimentado o nossso mar encapelado, que ele daria um bom apoio a quem queria que o barco voltasse para Lagos mal saiu a barra (quem se terá atrevido, sequer em pensamento, a estragar um passeio memorável?!)
e foi assim nos dias sete e oito, mais coisa menos coisa, que eu não tenho o poder de mostrar o que nos vai na alma e, se tivesse, teria pejo que neste encontro isso seria coisa demasiada
assim, foi o que se me aprouve dizer fora um pormenor ou outro, como seria a doce Claire a ver, no lixo que boiava na baia - infelizmente há disto - mensagens que os deuses enviavam para ela em garrafas de litro...
o almoço não terá sido o ponto alto se bem que sendo na casa do Baco
não foi decerto, que cada momento do encontro foi para cada um o Everest (exagero?!)
mas que o almoço foi um bocado bem passado, isso foi! e sobretudo bem regado com sangrias que andavam a passo ... não é assim, Jorge?!
a todos os que disse, e mais à Zamira a quem envio um beijinho, o meu muito obrigada!

e especiais beijos e enormes abraços à Olívia!!
grande compincha essa menina que tem uns maravilhosos doze anos e meio no dia oito deste Agosto!

e do passeio pela cidade não sei nada, que fui do almoço direitinha para casa...mas espero que me contem por aí em fotos...

11 de agosto 2010

Maria de Fátima
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A nossa Aventura por Mar

Hasaliah



No interior de uma gruta.
Embora o mar estivesse cinzento, como o céu, de onde caiam
umas gotas de chuva, no interior das grutas,
a água era de um azul translúcido!


João Menéres


A ÚLTIMA

Uma das coisas que correu mal: hortelã na sangria do Jorge...
Mena G





* O vídeo é com música dos EPHEDRA
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