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3.23.2013

 Miguel Horta























"Aquela que antes de ser já era..." Pescada 
Têmpera sobre papel


3.17.2013

Miguel Horta















Têmpera sobre papel. 
Estudo para capa do livro "Rimas salgadas" (Cantaril)

 

8.23.2012

Miguel Horta
Ali,
onde a densidade das àguas nos prega partidas...



























1988 - 67 x 99 cm
Da minha colecção

1.07.2012

Miguel Horta “Troncos e marés”



Exposição de pintura.
Inauguração 13 de Janeiro - 22h - na galeria Appleton Square - Rua Acácio Paiva 27 r/c - 1700 - 004 – Lisboa -
Alvalade


1.05.2012

Miguel Horta


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8.21.2011

Miguel Horta
Uma pintura recente...



Sem título - 90x150 - Acrílico e casca de pistáchio sobre tela - Junho de 2011
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11.27.2010

Miguel Horta
Contos em Lisboa


Para quem se queixa de eu nunca contar em Lisboa, aqui está uma maneira diferente de passar o serão de dia 3 de Dezembro (6ªfeira-21.30h): "Contos e outras oralidades" no "Quarto da Lua" em Campo de Ourique (Rua Almeida e Sousa nº 25 - cave - Jardim da Parada). está feito o convite!
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11.15.2010

Miguel Horta
Luzes



Acrílico sobre tela - 120x175
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7.18.2010

Miguel Horta




No "O Espaço do tempo" (Montemor-o-novo) uma pintura minha (anos 90 - 180x140) completa a sala de convívio das residências artísticas... Gosto de trabalhar no Convento da Saudação...
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4.11.2010

8.11.2009

Dragões nos Açores

Miguel Horta, conta uma história de sua autoria, sobre Dragões, Bruxas e Dragoeiros nos Açores. No CONTEMFESTA, Porto 2009



O pintor contador de histórias. Miguel cruza imaginários como quem mistura pinceladas de côr. Pragas algarvias, contos crioulos, histórias de pescadores, tudo cabe no seu saco. É dinamizador da Biblioteca António Ramos Rosa, na Cova da Moura e conta contos pelo país. Miguel horta é um pintor, que escreve e ilustra os seus livros ao sabor do levante que sopra pela ria e pelos duros arrifes do barlavento. Desde criança que teve o contacto decisivo com o mar e com todos os mentirosos imaginativos que seguiam a bordo da embarcação. Depois, quando não havia oceano, existiam os livros com todo aquele mundo para ser lido através dos olhos dos outros.
Talvez mais importante que os peixes, sejam as pessoas com as suas histórias; foi assim que se embrenhou pelo interior do país descrevendo outras vivências que podemos escutar nos seus textos ilustrados e nos contos partilhados. Provavelmente essa preocupação com o outro, em textura social, o tenham transformado num promotor do livro e da leitura reconhecido por todos que acolhem as suas oficinas educativas em bibliotecas ou intervindo directamente em bairros problemáticos.
A maré deixou-nos este mediador cultural pousado nas areias da nossa praia como se fosse um salvado do mundo contemporâneo.

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http://www.memoriamedia.net/contemfesta/index.php?option=com_content&view=article&id=55&Itemid=55
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5.03.2009

O meu corpo

Quando acordo
encho-me logo
com o fresco da manhã.

Brinco todo o dia
com o meu corpo.

Salto,
corro e bebo água em grandes goles
sentindo-a rodopiar dentro da barriga.

Trago sempre o meu corpo comigo
e a sua sombra, também.

Mas é à noite,
quando toda a casa está em silêncio
e o meu gato
dorme enroscado aos meus pés,
que me lembro Dele.
Sim!
Do meu corpo!

Deitado na cama
sinto o coração bater de mansinho:
escuto-o com a minha mão.

O meu peito
sobe e desce
a cada respirar:
até parece uma borboleta batendo asas.

Então,todas as pequeninas coisas
que compõem o meu corpo,
aconchegam-se
antes de adormecer.


Nota: Poema/desafio de Miguel Horta, criado para as oficinas complementares à
exposição de Rebecca Horn, “Bodylandscapes” (Centro de Pedagogia e Animação –
Centro Cultural de Belém) 2006

arquivos da Voz em fuga

10.22.2008



Já está pronto o “Dacoli e dacolá”. Sete histórias ilustradas escritas aqui e ali; três em Canas de Senhorim e as outras por esse país fora. Algumas já conhecem de me ouvir contar, outras serão novidade...espero que gostem. http://www.pedepagina.pt/DacoliDacola.htm
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Os dois fantasmas

Moravam os dois fantasmas, “dos livros que ainda não foram
lidos”, lá num casarão perdido no meio da Vila. Uma mansão
mais parecida com as “casas dos Brasileiros”, bem típicas lá
de Aveiro.
A casa era ampla e tinham muito espaço para deambular.
Ainda por cima estava vazia pois ninguém a queria habitar.
Voltejavam com os seus lençóis brancos, percorrendo a casa
toda numa inquietude de quem procura alguma coisa. E o seu
lugar favorito, dentro da grande casa, era a biblioteca
escondida lá nos fundos.
Bem tentou o proprietário alugar aquela casa, mas quem por
lá passava pouco tempo ficava.
Era um desassossego durante a noite...
Som de coisas partindo-se, correntes de ar percorrendo a
casa, vindas de lugar nenhum e livros tombando no chão da
biblioteca. Sem nenhuma explicação...
- Ninguém pregava o olho!
Até que um dia, surgiu na vila um casal disposto a alugar
aquela casa amaldiçoada. Eram gente de longe com um filho
de olhos muito grandes, cheios de vontade de conhecer
as coisas do mundo.
O caseiro, encarregado da transacção, ainda perguntou ao
casal depois da decisão:
- Mas não têm medo da casa e da sua assombração?
Logo ali contou a história daquela triste mansão.
Tinha sido a casa de dois irmãos gémeos e professores, por
sinal. Tinham vivido ali durante muito tempo e, dizem, nunca
conseguiram ler a biblioteca toda até ao final. Morreram os
dois no mesmo dia, vai-se lá saber porquê. Sem terem lido
todos os livros da sua biblioteca.
O menino ficou logo curioso com a biblioteca, enquanto os
pais assinavam o contrato de arrendamento.
Passado algum tempo já estavam instalados naquele velho
sobrado de águas largas e árvores frondosas.
Acostumados aos ruídos da grande cidade não deram por
nada, dormindo a sono solto. Mas quando a casa fez sentir
seu silêncio, começaram a reparar nos sons nocturnos que
vinham da vasta biblioteca.
Era um restolhar de papéis, livros caindo no soalho, janelas e
portas fechando e abrindo lá no coração da noite.
Começaram logo a pensar nas palavras do velho caseiro...
Mas o menino tinha olhos grandes. É sabido que olhos
grandes servem para ver o mundo até na mais completa
escuridão.
Assim, uma noite em que os pais se revolviam nos lençóis
sem conseguir dormir, o menino dirigiu-se à fonte de todos os
ruídos: a Biblioteca.
Entrou, sentiu a corrente de ar e viu um livro aberto no chão.
Tinha talvez tombado de uma das grandes estantes... Pegou
nele e leu precisamente a página que estava aberta:
“Assim que entrou em casa, Gepeto agarrou logo nas
ferramentas e pôs-se a esculpir e a construir o seu boneco.
Que nome lhe hei-de dar? – Disse de si para si. – Quero que
se chame Pinóquio”-
Mas eu conheço esta história... Pensou o menino.
E continuou a ler, desta vez em voz alta, recostando-se num
cadeirão.
As correntes de ar cessaram e até teve a sensação de que
alguém lia o livro ao mesmo tempo do que ele, espreitando
por cima do seu ombro. Quando terminou a história foi-se
deitar numa casa agora mergulhada em sossego. O pai já
ressonava com a mãe agarrada ao seu corpo.
Neste ponto, terei que dar uma explicação aceitável sobre os
nossos fantasmas dos “livros que ainda não foram lidos” ou,
se quiserem, dos “livros que ainda estão por ler”.
Como é sabido, os fantasmas não têm dedos. Como hão-de
consultar uma biblioteca? Ora bem... Só provocando correntes
de ar ou outras coisas menos materiais para fazer tombar os
livros das estantes... Caído o livro no chão, basta só uma
pequena aragem para mudar de página...nem sempre é fácil.
O problema reside em tirar os livros que ainda não foram lidos
das prateleiras. É necessária uma boa dose de esforço e de sorte.
- Este menino veio mesmo a calhar. - pensou logo um dos
irmãos fantasmas, sentindo a concordância do outro que
agitou o seu lençol afirmativamente.
No dia seguinte, ou melhor, na noite seguinte, o menino
dirigiu-se à biblioteca assim que escutou o som da escova de
dentes percorrendo energicamente a boca do pai.
Já lá estava alguma agitação... A janela abriu-se de repente e
o acervo da estante superior agitou-se destacando uma
lombada.
- Grimm? Interrogou-se o menino.
- Pois bem, estão seja...
Sentou-se confortavelmente no cadeirão da biblioteca e
começou a ler, sentindo de novo aquele arrepiozinho
agradável de quem não está só. Mas os “contos de Grimm” são
extensos e o menino começou a ficar com sono. Então poisou
o livro, aberto, sobre a grande mesa da biblioteca e foi-se
deitar. A casa estava calma e cheirava a sono.
Na manhã seguinte, foi dar uma espreitadela à biblioteca. O
livro que havia deixado aberto, estava agora fechado com a
contracapa para cima.
- Ahhh...Então leram.- pensou, cheio de vontade que
chegasse a noite. Mas o pai já estava lá fora às apitadelas,
convocando-o para um dia de escola.
Chegada a noite, sentindo que os pais já se recolhiam no
quarto, entrou na biblioteca assombrada: e lá estava um livro
tombado no chão!
Pegou no livro e leu... Matilde Rosa Araújo.
Chegou rapidamente à conclusão que aqueles dois fantasmas
se tinham esquecido de ler os livros das suas infâncias.
assim se justificava aquele tipo de escolha. Não leram nada
quando eram meninos... Pensou.
De qualquer forma estava a divertir-se bastante com aquelas
leituras nocturnas.
Leu um pedacinho do livro e deixou-o ficar aberto em cima da mesa.
Claro está, durante a noite, os fantasmas leram o livro todo.
A partir daquele momento, o grande casarão passou a ser
uma casa serena.
Um dia, o Pai, vendo o filho descer as escadas perguntou:
- Onde vais a esta hora?
- Vou dar de ler aos fantasmas. - respondeu a criança.
Agora tenho uma pergunta para vocês, leitores.
E quando se acabarem os livros da grande biblioteca? Será
que podem levar convosco estes dois fantasmas, que ainda
não leram tudo, para vossa casa?
À velocidade a que os livros tombam no chão da biblioteca,
daqui a pouco acaba-se a literatura para a infância.
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.........................................................................Miguel Horta
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6.27.2008

Miguel Horta
Filactera, meu Amor!




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Filactera, meu Amor!

Trata-se de uma actividade bem divertida que propõe uma ponte entre a aprendizagem do Português e a linguagem da Banda Desenhada, dedicada aos pré-adolescentes.
São 90 minutos intensos de trabalho, com pesquisa nos dicionários sempre que a grafia ou significado das palavras levante alguma dúvida. Estimula-se o debate à volta do significado dos adjectivos e procuram-se verbos que traduzam o sentido das onomatopeias. Uma actividade lúdica, de cooperação, em que a aprendizagem é feita por meios não formais.


Quando os participantes entram na sala, já três grandes folhas papel de cenário estão afixadas na parede. O animador começa por interagir com os jovens, utilizando a simbologia da B.D., desenhando na grande folha de papel.
Seguem-se as diferentes expressões do rosto. A cada nova expressão, ele pede ajuda a um participante para que escreva, em “ português de lei “, a palavra que define aquele estado de alma, naturalmente um adjectivo.
A seguir, surgem os balões de banda desenhada (as “filacteras”), traduzindo cada um, uma situação específica. Também aqui, os participantes são convidados a escrever os conteúdos dos balões vazios.
Por fim, as diversas expressões onomatopaicas que habitualmente acompanham as personagens, todas traduzíveis em português regular: Aqui o desafio é encontrar o verbo correspondente a cada expressão.
Encerraremos a sessão partilhando o que produzimos em conjunto.

Por onde já passou o “Filactera meu Amor!”:

Oficina integrada no programa de itinerâncias da DGLB
Comum – Rede Cultural
O Espaço do Tempo (Montemor o Novo)
Várias bibliotecas da Rede Pública de Leitura e Escolares





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4.18.2008

Miguel Horta

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Ilustração para “Gambusino” (Wolpertinger) - Wikipedia

12.07.2007

.........................................Miguel Horta
....................... .........pintura
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.acrílico sobre tela
..................................................................................clic sobre as imagens
Halo - 260 x 180
Tronco - 180 x 140
Luzes no profundo - 180 x 125
Coração - 180 x 140
Currículo

*Halo : colecção da Faculdade de Ciências e Tecnologia

2.14.2007

Casulo de imagens

Informações aqui

11.18.2006

MIGUEL HORTA
acrílico e lapas s/tela
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Clique nas letras

L
a p A S


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7.22.2006

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Encontrei a Hadjni do Gaivina lá no meio da casa da Jaquelina Pandemónio
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6.28.2006

desafio da voz em fuga

Porque estás triste? Não te dei já o sumo de laranja que querias?

Hadjni triste ............................Hadjni colorida

desenho do Gaivina.......,,,,,,,,,,,....., maquilhagem da claire

para ler as historias de um sumo de laranja