3.23.2013
8.23.2012
1.07.2012
Miguel Horta “Troncos e marés”

Exposição de pintura.Inauguração 13 de Janeiro - 22h - na galeria Appleton Square - Rua Acácio Paiva 27 r/c - 1700 - 004 – Lisboa - Alvalade
8.21.2011
11.27.2010
Contos em Lisboa
Para quem se queixa de eu nunca contar em Lisboa, aqui está uma maneira diferente de passar o serão de dia 3 de Dezembro (6ªfeira-21.30h): "Contos e outras oralidades" no "Quarto da Lua" em Campo de Ourique (Rua Almeida e Sousa nº 25 - cave - Jardim da Parada). está feito o convite!
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7.18.2010
No "O Espaço do tempo" (Montemor-o-novo) uma pintura minha (anos 90 - 180x140) completa a sala de convívio das residências artísticas... Gosto de trabalhar no Convento da Saudação...
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8.11.2009
Miguel Horta, conta uma história de sua autoria, sobre Dragões, Bruxas e Dragoeiros nos Açores. No CONTEMFESTA, Porto 2009
O pintor contador de histórias. Miguel cruza imaginários como quem mistura pinceladas de côr. Pragas algarvias, contos crioulos, histórias de pescadores, tudo cabe no seu saco. É dinamizador da Biblioteca António Ramos Rosa, na Cova da Moura e conta contos pelo país. Miguel horta é um pintor, que escreve e ilustra os seus livros ao sabor do levante que sopra pela ria e pelos duros arrifes do barlavento. Desde criança que teve o contacto decisivo com o mar e com todos os mentirosos imaginativos que seguiam a bordo da embarcação. Depois, quando não havia oceano, existiam os livros com todo aquele mundo para ser lido através dos olhos dos outros.
Talvez mais importante que os peixes, sejam as pessoas com as suas histórias; foi assim que se embrenhou pelo interior do país descrevendo outras vivências que podemos escutar nos seus textos ilustrados e nos contos partilhados. Provavelmente essa preocupação com o outro, em textura social, o tenham transformado num promotor do livro e da leitura reconhecido por todos que acolhem as suas oficinas educativas em bibliotecas ou intervindo directamente em bairros problemáticos.
A maré deixou-nos este mediador cultural pousado nas areias da nossa praia como se fosse um salvado do mundo contemporâneo.
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http://www.memoriamedia.net/contemfesta/index.php?option=com_content&view=article&id=55&Itemid=55
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5.03.2009
Quando acordo
encho-me logo
com o fresco da manhã.
Brinco todo o dia
com o meu corpo.
Salto,
corro e bebo água em grandes goles
sentindo-a rodopiar dentro da barriga.
Trago sempre o meu corpo comigo
e a sua sombra, também.
Mas é à noite,
quando toda a casa está em silêncio
e o meu gato
dorme enroscado aos meus pés,
que me lembro Dele.
Sim!
Do meu corpo!
Deitado na cama
sinto o coração bater de mansinho:
escuto-o com a minha mão.
O meu peito
sobe e desce
a cada respirar:
até parece uma borboleta batendo asas.
Então,todas as pequeninas coisas
que compõem o meu corpo,
aconchegam-se
antes de adormecer.
Nota: Poema/desafio de Miguel Horta, criado para as oficinas complementares à
exposição de Rebecca Horn, “Bodylandscapes” (Centro de Pedagogia e Animação –
Centro Cultural de Belém) 2006
arquivos da Voz em fuga
10.22.2008
Moravam os dois fantasmas, “dos livros que ainda não foram
6.27.2008
Filactera, meu Amor!

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Filactera, meu Amor!
Trata-se de uma actividade bem divertida que propõe uma ponte entre a aprendizagem do Português e a linguagem da Banda Desenhada, dedicada aos pré-adolescentes.
São 90 minutos intensos de trabalho, com pesquisa nos dicionários sempre que a grafia ou significado das palavras levante alguma dúvida. Estimula-se o debate à volta do significado dos adjectivos e procuram-se verbos que traduzam o sentido das onomatopeias. Uma actividade lúdica, de cooperação, em que a aprendizagem é feita por meios não formais.
Quando os participantes entram na sala, já três grandes folhas papel de cenário estão afixadas na parede. O animador começa por interagir com os jovens, utilizando a simbologia da B.D., desenhando na grande folha de papel.
Seguem-se as diferentes expressões do rosto. A cada nova expressão, ele pede ajuda a um participante para que escreva, em “ português de lei “, a palavra que define aquele estado de alma, naturalmente um adjectivo.
A seguir, surgem os balões de banda desenhada (as “filacteras”), traduzindo cada um, uma situação específica. Também aqui, os participantes são convidados a escrever os conteúdos dos balões vazios.
Por fim, as diversas expressões onomatopaicas que habitualmente acompanham as personagens, todas traduzíveis em português regular: Aqui o desafio é encontrar o verbo correspondente a cada expressão.
Encerraremos a sessão partilhando o que produzimos em conjunto.
Por onde já passou o “Filactera meu Amor!”:
Oficina integrada no programa de itinerâncias da DGLB
Comum – Rede Cultural
O Espaço do Tempo (Montemor o Novo)
Várias bibliotecas da Rede Pública de Leitura e Escolares
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12.07.2007
....................... .........pintura
.........................................acrílico sobre tela
..................................................................................clic sobre as imagens
*Halo : colecção da Faculdade de Ciências e Tecnologia
11.18.2006
7.22.2006
6.28.2006
Porque estás triste? Não te dei já o sumo de laranja que querias?
Hadjni triste ............................Hadjni colorida

desenho do Gaivina.......,,,,,,,,,,,....., maquilhagem da claire
para ler as historias de um sumo de laranja







